São contraditórias as informações e/ou especulações sobre os motivos da não instalação oficial ontem da CPI da Petrobrás e as escolha do presidente e do relator do processo de investigações.
Uma corrente informa (ou especula) que a postergação do início dos trabalhos foi uma manobra governista para manter a CPI em banho maria. Como, no papel, tem maioria (na dependência do humor do senador Renan Calheiros) o governo poderia esvaziar a Comissão. Não é bem assim, porém.
Outra corrente informa (ou especula) que a razão do esvaziamento da sessão de ontem foi a disputa quase suicida em que estão envolvidos os senadores Aloizio Mercadante (pelo lado do PT) e Renan Calheiros (mais pelo seu próprio lado, mas também do PMDB) pelo controle da CPI. Também não é apenas isto.
Saiba mais sobre esse assunto:
http://voit.uol.com.br/?p=blogInterna&id=1542
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Esperança - Airbus da Air France
Um Airbus da Air France que partiu do Rio no domingo (31) em direção a Paris desapareceu. O voo AF 447 levava 228 pessoas. Buscas encontraram materiais no Oceano Atlântico nesta terça (2). Após alguns dias de busca, ainda existe a esperança de encontrar sobreviventes.
Presto minha solidariedade a todas as famílias das vítimas deste acidente.
Presto minha solidariedade a todas as famílias das vítimas deste acidente.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Política na semana
Por Fernando Rodrigues
Quarta (03.jun)
Costa Rica – Depois de El Salvador e Guatemala, Lula vai a mais um país da América Central.
Greenhalgh – o ex-deputado petista e advogado depõe sobre o mensalão.
Dilma volta ao powerpoint – a ministra apresenta o balanço consolidado de dois anos do PAC.
Quinta (04.jun)
Geraldo Alckmin e FHC – o secretário paulista e o ex-presidente estão agendados para prestar depoimento sobre o Mensalão.
Sexta (05.jun)
Lula na Bahia – vai à Porto Seguro, Caravelas e Abrolhos.
Sábado (06.jun)
Dilma e Marta – a ministra será recebida em almoço por Marta Suplicy, em São Paulo, num encontro para mulheres.
Quarta (03.jun)
Costa Rica – Depois de El Salvador e Guatemala, Lula vai a mais um país da América Central.
Greenhalgh – o ex-deputado petista e advogado depõe sobre o mensalão.
Dilma volta ao powerpoint – a ministra apresenta o balanço consolidado de dois anos do PAC.
Quinta (04.jun)
Geraldo Alckmin e FHC – o secretário paulista e o ex-presidente estão agendados para prestar depoimento sobre o Mensalão.
Sexta (05.jun)
Lula na Bahia – vai à Porto Seguro, Caravelas e Abrolhos.
Sábado (06.jun)
Dilma e Marta – a ministra será recebida em almoço por Marta Suplicy, em São Paulo, num encontro para mulheres.
Senadores governistas impedem começo da CPI da Petrobras
Piero Locatelli - Do UOL Notícias - Em Brasília
Senadores da base governista não compareceram ao plenário onde ocorreria a primeira sessão da CPI da Petrobras e impediram o começo dos trabalhos nesta terça-feira (2).
O senador Paulo Duque (PMDB-RJ) foi o único governista a comparecer. Responsável por abrir a sessão porque é o senador mais velho, ele esperou 15 minutos depois do horário previsto para a abertura (14h) e foi embora. A praxe da Casa, onde os atrasos são comuns, é esperar mais tempo para o início da sessão - que ainda poderá ser aberta hoje.
O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) afirmou que a oposição não tem "nada a fazer" para mudar a situação. São necessários seis senadores para abrir a sessão, mas a oposição tem somente três titulares.
Segundo a líder do governo no Senado, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), a obstrução ocorreu devido às negociações em torno da CPI das ONGs. Na semana passada, a oposição ocupou a relatoria das ONGs após a saída de Inácio Arruda (PC do B-CE) para entrar na CPI da Petrobras. O cargo foi então tomado pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio.
Os governistas dizem querer resolver um acordo na CPI das ONGs antes de decidir os problemas da Petrobras. "Precisamos esperar o que vai acontecer com a CPI das ONGs, isso precisa ser clarificado," afirmou Salvatti.
No momento, líderes da base governista estão reunidos fora do plenário para chegar a um acordo sobre a relatoria e a presidência da comissão da Petrobras.
Senadores da oposição protestaram contra a atitude. "É inadmissível que a bancada do governo esteja fazendo isso. Se eles não estão se entendendo, nós não temos nada a ver com isso", disse o senador ACM Júnior (DEM-BA). Estiveram no plenário os tucanos Álvaro Dias (PR), Sérgio Guerra (PE) e o líder da bancada Arthur Virgílio (AM).
Senadores da base governista não compareceram ao plenário onde ocorreria a primeira sessão da CPI da Petrobras e impediram o começo dos trabalhos nesta terça-feira (2).
O senador Paulo Duque (PMDB-RJ) foi o único governista a comparecer. Responsável por abrir a sessão porque é o senador mais velho, ele esperou 15 minutos depois do horário previsto para a abertura (14h) e foi embora. A praxe da Casa, onde os atrasos são comuns, é esperar mais tempo para o início da sessão - que ainda poderá ser aberta hoje.
O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) afirmou que a oposição não tem "nada a fazer" para mudar a situação. São necessários seis senadores para abrir a sessão, mas a oposição tem somente três titulares.
Segundo a líder do governo no Senado, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), a obstrução ocorreu devido às negociações em torno da CPI das ONGs. Na semana passada, a oposição ocupou a relatoria das ONGs após a saída de Inácio Arruda (PC do B-CE) para entrar na CPI da Petrobras. O cargo foi então tomado pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio.
Os governistas dizem querer resolver um acordo na CPI das ONGs antes de decidir os problemas da Petrobras. "Precisamos esperar o que vai acontecer com a CPI das ONGs, isso precisa ser clarificado," afirmou Salvatti.
No momento, líderes da base governista estão reunidos fora do plenário para chegar a um acordo sobre a relatoria e a presidência da comissão da Petrobras.
Senadores da oposição protestaram contra a atitude. "É inadmissível que a bancada do governo esteja fazendo isso. Se eles não estão se entendendo, nós não temos nada a ver com isso", disse o senador ACM Júnior (DEM-BA). Estiveram no plenário os tucanos Álvaro Dias (PR), Sérgio Guerra (PE) e o líder da bancada Arthur Virgílio (AM).
CPI da Petrobras será instalada nesta terça-feira
Agência Brasil
BRASÍLIA - O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e parlamentares da base governista no Senado se reúnem daqui a pouco para um café da manhã na residência do vice-líder do governo, senador Gim Argello (PTB/DF). O objetivo é traçar estratégias para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que será instalada às 11h.
O governo quer a presidência e a relatoria da comissão, que vai investigar denúncias de irregularidades em negócios da empresa. A escolha dos senadores que ocuparão os dois cargos será feita no ato de instalação da CPI.
BRASÍLIA - O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e parlamentares da base governista no Senado se reúnem daqui a pouco para um café da manhã na residência do vice-líder do governo, senador Gim Argello (PTB/DF). O objetivo é traçar estratégias para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que será instalada às 11h.
O governo quer a presidência e a relatoria da comissão, que vai investigar denúncias de irregularidades em negócios da empresa. A escolha dos senadores que ocuparão os dois cargos será feita no ato de instalação da CPI.
RJ: Lula inaugura UPA que será coordenada pela Fiocruz
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou na sexta-feira (29/5), fruto de uma parceria entre o Ministério da Saúde, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Fiocruz, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) 24 horas de Manguinhos.
Fonte:Agência Fiocruz
Com essa iniciativa, que envolve as diferentes unidades da Fiocruz, a meta da Fundação é promover um sistema local integrado de saúde em Manguinhos, baseado não só na assistência de qualidade, mas também no ensino, na pesquisa e na inovação tecnológica para fortalecimento do Sistema Único de Saúde. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que a UPA vai mudar a vida dos moradores e significa a volta dos investimentos do Estado na região. Segundo Temporão, o abandono da ação estatal levou o Rio a ter péssimos indicadores em diversas áreas da saúde. “Mas agora, com a UPA, que será administrada pela Fiocruz, teremos saúde de qualidade e com eficiência para atender a quem mora em Manguinhos e no entorno. O tempo da omissão acabou”, afirmou o ministro. Lula disse que, com a UPA, a população do Complexo de Manguinhos não precisará pegar condução para receber atendimento médico de qualidade e terá profissionais capacitados e à disposição 24 horas por dia. O governador Sergio Cabral agradeceu ao presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, pela colaboração e o empenho da instituição para que a UPA de Manguinhos se tornasse uma realidade.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que a UPA, o Complexo Esportivo de Manguinhos – também inaugurado nesta sexta-feira – e as demais obras no local, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), representam a recuperação da dignidade para os moradores da região e que o Estado vai oferecer o que existe de melhor em termos de atendimento médico público. Muito emocionada, Dilma agradeceu a solidariedade, as manifestações e o carinho recebidos da população, em função de sua luta contra o câncer, e disse que o novo Brasil que está sendo construído tem a cara do garoto Cristiano, que comoveu o presidente Lula ao nadar numa poça d’água suja em Manguinhos. “Ele, e todas as crianças da região, poderão agora desfrutar de uma piscina olímpica e de serem tratados com dignidade”, afirmou a ministra, referindo-se também ao Colégio Estadual Luiz Carlos da Vila, que já havia sido inaugurado, ao Centro Vocacional Tecnológico, em terreno dos Correios, e aos apartamentos que serão construídos na região e que devem ser entregues ainda em 2009.
Durante o evento foi anunciada a criação do Sistema Integrado de Atenção à Saúde, que significará 100% de cobertura da região de Manguinhos pelo Programa Saúde da Família e a governança da Fiocruz sobre esse território, além de um passo importante para a construção de uma teia, entendida como redes de atenção à saúde lideradas pela atenção primária em saúde. Em um espaço anexo à UPA, funcionará o Programa Saúde da Família (PSF) e o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), que estarão referidos ao território de Manguinhos e entrarão em funcionamento ainda no primeiro semestre de 2009. Serão sete equipes do PSF, cada uma formada por um médico, um enfermeiro, um técnico de enfermagem e dez agentes comunitários de saúde. As equipes contarão com o suporte de dois dentistas, dois técnicos de higiene bucal, um nutricionista, um assistente social, um enfermeiro supervisor, um farmacêutico e um psicólogo. Já o Nasf oferecerá outras especialidades multiprofissionais para apoio ao PSF, com o objetivo de aumentar a resolutividade do sistema local. A governança e a gestão desse centro integrado contam, ainda, com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec).

Observado por Lula, o garoto Cristiano (o quarto da esquerda para a direita) mergulha na piscina olímpica do Complexo Esportivo de Manguinhos
Esse modelo integrado representa um novo momento na atenção à saúde que só é possível graças à experiência acumulada pelas unidades da Fiocruz. O Centro de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), por exemplo, oferece atenção básica à população de Manguinhos há 40 anos. Atualmente, funcionam no Centro de Saúde da Ensp/Fiocruz oito equipes do PSF, cada uma atendendo a 4,5 mil moradores. Com a entrada em funcionamento da Unidade Mista, passarão a existir 15 equipes, com 100% de cobertura do território de Manguinhos pelo PSF. Além disso, cada equipe passará a ser responsável por 3 mil pessoas, garantindo melhor qualidade na atenção à saúde da população.
Na Unidade Mista, além da UPA, do PSF e do Nasf, também funcionará uma “retaguarda” para pessoas que busquem a UPA e sejam diagnosticadas com diabetes ou hipertensão, duas das doenças mais prevalentes na população adulta. Essa “retaguarda”, para moradores ou não de Manguinhos, contará com dois clínicos gerais que farão o acompanhamento dos pacientes. O objetivo é que diabéticos e hipertensos não procurem um serviço de saúde somente em caso de emergência, mas sigam um tratamento adequado.

Lula e o governador Sergio Cabral comemoram um gol na quadra do Complexo Esportivo
Equipada para atender a casos de urgência de baixa e média complexidade, a nova UPA vai funcionar inclusive nos fins de semana. Além de consultórios de pediatria, clínica médica e odontologia, farmácia, laboratório para a realização de exames e salas de raios-X, sutura, medicação e nebulização, a unidade conta com uma sala amarela, para observação de pacientes menos graves, com 24 leitos. A unidade conta ainda com aparelho para ultrassonografia, diferentemente das outras 21 já instaladas.
Fonte:Agência Fiocruz
Com essa iniciativa, que envolve as diferentes unidades da Fiocruz, a meta da Fundação é promover um sistema local integrado de saúde em Manguinhos, baseado não só na assistência de qualidade, mas também no ensino, na pesquisa e na inovação tecnológica para fortalecimento do Sistema Único de Saúde. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que a UPA vai mudar a vida dos moradores e significa a volta dos investimentos do Estado na região. Segundo Temporão, o abandono da ação estatal levou o Rio a ter péssimos indicadores em diversas áreas da saúde. “Mas agora, com a UPA, que será administrada pela Fiocruz, teremos saúde de qualidade e com eficiência para atender a quem mora em Manguinhos e no entorno. O tempo da omissão acabou”, afirmou o ministro. Lula disse que, com a UPA, a população do Complexo de Manguinhos não precisará pegar condução para receber atendimento médico de qualidade e terá profissionais capacitados e à disposição 24 horas por dia. O governador Sergio Cabral agradeceu ao presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, pela colaboração e o empenho da instituição para que a UPA de Manguinhos se tornasse uma realidade.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que a UPA, o Complexo Esportivo de Manguinhos – também inaugurado nesta sexta-feira – e as demais obras no local, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), representam a recuperação da dignidade para os moradores da região e que o Estado vai oferecer o que existe de melhor em termos de atendimento médico público. Muito emocionada, Dilma agradeceu a solidariedade, as manifestações e o carinho recebidos da população, em função de sua luta contra o câncer, e disse que o novo Brasil que está sendo construído tem a cara do garoto Cristiano, que comoveu o presidente Lula ao nadar numa poça d’água suja em Manguinhos. “Ele, e todas as crianças da região, poderão agora desfrutar de uma piscina olímpica e de serem tratados com dignidade”, afirmou a ministra, referindo-se também ao Colégio Estadual Luiz Carlos da Vila, que já havia sido inaugurado, ao Centro Vocacional Tecnológico, em terreno dos Correios, e aos apartamentos que serão construídos na região e que devem ser entregues ainda em 2009.
Durante o evento foi anunciada a criação do Sistema Integrado de Atenção à Saúde, que significará 100% de cobertura da região de Manguinhos pelo Programa Saúde da Família e a governança da Fiocruz sobre esse território, além de um passo importante para a construção de uma teia, entendida como redes de atenção à saúde lideradas pela atenção primária em saúde. Em um espaço anexo à UPA, funcionará o Programa Saúde da Família (PSF) e o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), que estarão referidos ao território de Manguinhos e entrarão em funcionamento ainda no primeiro semestre de 2009. Serão sete equipes do PSF, cada uma formada por um médico, um enfermeiro, um técnico de enfermagem e dez agentes comunitários de saúde. As equipes contarão com o suporte de dois dentistas, dois técnicos de higiene bucal, um nutricionista, um assistente social, um enfermeiro supervisor, um farmacêutico e um psicólogo. Já o Nasf oferecerá outras especialidades multiprofissionais para apoio ao PSF, com o objetivo de aumentar a resolutividade do sistema local. A governança e a gestão desse centro integrado contam, ainda, com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec).

Observado por Lula, o garoto Cristiano (o quarto da esquerda para a direita) mergulha na piscina olímpica do Complexo Esportivo de Manguinhos
Esse modelo integrado representa um novo momento na atenção à saúde que só é possível graças à experiência acumulada pelas unidades da Fiocruz. O Centro de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), por exemplo, oferece atenção básica à população de Manguinhos há 40 anos. Atualmente, funcionam no Centro de Saúde da Ensp/Fiocruz oito equipes do PSF, cada uma atendendo a 4,5 mil moradores. Com a entrada em funcionamento da Unidade Mista, passarão a existir 15 equipes, com 100% de cobertura do território de Manguinhos pelo PSF. Além disso, cada equipe passará a ser responsável por 3 mil pessoas, garantindo melhor qualidade na atenção à saúde da população.
Na Unidade Mista, além da UPA, do PSF e do Nasf, também funcionará uma “retaguarda” para pessoas que busquem a UPA e sejam diagnosticadas com diabetes ou hipertensão, duas das doenças mais prevalentes na população adulta. Essa “retaguarda”, para moradores ou não de Manguinhos, contará com dois clínicos gerais que farão o acompanhamento dos pacientes. O objetivo é que diabéticos e hipertensos não procurem um serviço de saúde somente em caso de emergência, mas sigam um tratamento adequado.

Lula e o governador Sergio Cabral comemoram um gol na quadra do Complexo Esportivo
Equipada para atender a casos de urgência de baixa e média complexidade, a nova UPA vai funcionar inclusive nos fins de semana. Além de consultórios de pediatria, clínica médica e odontologia, farmácia, laboratório para a realização de exames e salas de raios-X, sutura, medicação e nebulização, a unidade conta com uma sala amarela, para observação de pacientes menos graves, com 24 leitos. A unidade conta ainda com aparelho para ultrassonografia, diferentemente das outras 21 já instaladas.
Pacto internacional pelo fim da pobreza mobiliza quatro comissões do Senado
O cumprimento das Metas de Desenvolvimento do Milênio - conjunto de ações previsto em um pacto internacional pelo fim da pobreza - será tema de audiência pública conjunta de quatro comissões permanentes do Senado, marcada para esta terça-feira (2).
Fonte: Agência Senado
O cumprimento das Metas de Desenvolvimento do Milênio - conjunto de ações previsto em um pacto internacional pelo fim da pobreza - será tema de audiência pública conjunta de quatro comissões permanentes do Senado, marcada para esta terça-feira (2). Propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, as metas foram assumidas por 189 países, inclusive o Brasil, e devem ser atingidas até 2015.
As metas para o milênio incluem erradicação da pobreza extrema e da fome; diminuição da mortalidade infantil e melhoria da saúde materna, bem como o combate ao vírus da Aids, malária e outras doenças. O documento também prevê garantia de ensino básico a todas as crianças; promoção da igualdade de gênero e da autonomia das mulheres e garantia da sustentabilidade ambiental. Uma parceria mundial para o desenvolvimento também é sugerida pela ONU.
O evento é promovido pelas comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A iniciativa para a realização da audiência é dos senadores Kátia Abreu (DEM-TO), Rosalba Ciarlini (DEM-RN), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Marisa Serrano (PSDB-MS).
Foram convidados para o debate os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias; das Relações Exteriores, Celso Amorim; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; da Saúde, José Gomes Temporão; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes; da Educação, Fernando Haddad; e o do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Também participarão do debate o presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), bem como representante da ONU no Brasil.
A reunião está prevista para as 9h30, no plenário da CRE - sala 7 da ala Alexandre Costa.
Oito objetivos com 18 metas a serem cumpridas até 2015
Para atingir os oito objetivos de desenvolvimento do milênio, a Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou um conjunto de 18 metas, a serem monitoradas por 48 indicadores, permitindo comparações em escala mundial.
Os oito objetivos - e suas metas internacionais e brasileiras, a maioria a ser alcançada 2015 - são os seguintes:
I - Erradicar a extrema pobreza e a fome
Meta 1: Reduzir pela metade a proporção da população com renda inferior a um dólar per capita por dia.
Meta 1A (brasileira): Reduzir a um quarto a proporção da população com renda inferior a um dólar per capita por dia
Meta 2: Reduzir pela metade a proporção da população que sofre de fome
Meta 2A (brasileira): Erradicar a fome.
II - Universalizar a educação primária
Meta 3: Garantir que as crianças de todos os países, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino.
Meta 3A (brasileira): Garantir que todas as crianças, de todas as regiões do país, independentemente da cor, raça e do sexo, concluam o ensino fundamental
III - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres
Meta 4: Eliminar as disparidades entre os sexos no ensino fundamental e médio, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, o mais tardar até 2015
IV - Reduzir a mortalidade na infância
Meta 5: Reduzir em dois terços a mortalidade de crianças menores de 5 anos de idade
V - Melhorar a saúde materna
Meta 6: Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna
Meta 6A (brasileira): Promover, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), cobertura universal por ações de saúde sexual e reprodutiva até 2015
Meta 6B (brasileira): Ter detido o crescimento da mortalidade por câncer de mama e de colo de útero, invertendo a tendência atual
VI - Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças
Meta 7: Ter detido a propagação do HIV/Aids e começado a inverter a tendência atual
Meta 8: Ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual
VII - Garantir a sustentabilidade ambiental
Meta 9: Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável às políticas e aos programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais
Meta 10: Reduzir pela metade a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável e esgotamento sanitário.
Meta 11: Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa na vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de assentamentos precários
VIII - Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento
Meta 12: Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, previsível e não-discriminatório
Meta 13: Atender às necessidades dos países menos desenvolvidos, incluindo um regime isento de direitos e não sujeito a cotas para as exportações dos países menos desenvolvidos; um programa reforçado de redução da dívida dos países pobres muito endividados e anulação da dívida bilateral oficial; e uma ajuda pública para o desenvolvimento mais generosa aos países empenhados na luta contra a pobreza
Meta 14: Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos estados insulares em desenvolvimento
Meta 15: Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais, de modo a tornar a sua dívida sustentável
Meta 16: Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham um trabalho digno e produtivo
Meta 17: Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis nos países em desenvolvimento
Meta 18: Em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações
Proposta da ONU é assumida por 189 países
A Declaração do Milênio é um pacto internacional pela eliminação da pobreza assumido por 189 países. Para tornar o mundo mais justo e solidário, foram definidos, no ano 2000, pela Organização das Nações Unidas (ONU) oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) a serem alcançados até 2015, por meio de ações de combate à pobreza e à fome, promoção da educação, da igualdade de gênero, de políticas de saúde, saneamento, habitação e meio ambiente.
Segundo Kim Bolduc, coordenadora-residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, quando a Declaração do Milênio foi firmada, já se sabia que ela representava o maior consenso internacional acerca de objetivos de desenvolvimento na história da humanidade: "Sabia-se também que representava uma oportunidade única para o avanço e a melhor articulação dos diferentes atores do desenvolvimento, tanto nacionais como internacionais. Estimávamos ainda que atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio significaria que, até 2015, mais de 500 milhões de pessoas sairiam da extrema pobreza, mais de 300 milhões não passariam mais fome e 30 milhões de crianças deixariam de morrer antes de completar cinco anos. Já tínhamos a convicção de que as vidas refletidas nestes números eram suficientes para justificar os ODM".
Desafios
Em texto no Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM, preparado pela Presidência da República e divulgado em setembro de 2007, Kim Bolduc diz que os resultados globais à época demonstravam que, apesar dos importantes avanços conquistados, ainda havia muito a ser feito. E evidenciavam que no caminho para o desenvolvimento humano não é possível contentar-se com grandes médias: "Hoje, temos a certeza de que o cumprimento dos ODM só será efetivo se conseguirmos reduzir as desigualdades entre países, regiões, mulheres e homens, brancos, negros e indígenas, ricos e pobres".
Conforme texto publicado no site do Ministério das Relações Exteriores, "a despeito do amplo consenso sobre os objetivos a serem alcançados, até o momento, os governos não obtiveram êxito na identificação de caminhos para implementar, efetivamente, as MDMs [Metas de Desenvolvimento do Milênio]. De acordo com o "World Development Report", em muitos países, o crescimento econômico permanece abaixo no nível considerado necessário para se alcançar aqueles objetivos.
No período de 1998 a 2002, o crescimento per capita ficou em menos de 2% em 60% dos países de baixa renda; em 32% desses países, as taxas de crescimento foram negativas. Estimativas indicam que um crescimento sustentável da ordem de 3% é a taxa mínima necessária para se que possam atingir os objetivos de desenvolvimento. A permanecer o ritmo atual de crescimento, as MDMs serão atingidas apenas em 2147. Embora seja necessário conferir atenção especial às necessidades prementes dos países de baixa renda, não se pode esquecer que os países de renda média abrigam 280 milhões de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia e 870 milhões de pessoas com menos de dois dólares por dia."
Fonte: Agência Senado
O cumprimento das Metas de Desenvolvimento do Milênio - conjunto de ações previsto em um pacto internacional pelo fim da pobreza - será tema de audiência pública conjunta de quatro comissões permanentes do Senado, marcada para esta terça-feira (2). Propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, as metas foram assumidas por 189 países, inclusive o Brasil, e devem ser atingidas até 2015.
As metas para o milênio incluem erradicação da pobreza extrema e da fome; diminuição da mortalidade infantil e melhoria da saúde materna, bem como o combate ao vírus da Aids, malária e outras doenças. O documento também prevê garantia de ensino básico a todas as crianças; promoção da igualdade de gênero e da autonomia das mulheres e garantia da sustentabilidade ambiental. Uma parceria mundial para o desenvolvimento também é sugerida pela ONU.
O evento é promovido pelas comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A iniciativa para a realização da audiência é dos senadores Kátia Abreu (DEM-TO), Rosalba Ciarlini (DEM-RN), Cristovam Buarque (PDT-DF) e Marisa Serrano (PSDB-MS).
Foram convidados para o debate os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias; das Relações Exteriores, Celso Amorim; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; da Saúde, José Gomes Temporão; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes; da Educação, Fernando Haddad; e o do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Também participarão do debate o presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), bem como representante da ONU no Brasil.
A reunião está prevista para as 9h30, no plenário da CRE - sala 7 da ala Alexandre Costa.
Oito objetivos com 18 metas a serem cumpridas até 2015
Para atingir os oito objetivos de desenvolvimento do milênio, a Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou um conjunto de 18 metas, a serem monitoradas por 48 indicadores, permitindo comparações em escala mundial.
Os oito objetivos - e suas metas internacionais e brasileiras, a maioria a ser alcançada 2015 - são os seguintes:
I - Erradicar a extrema pobreza e a fome
Meta 1: Reduzir pela metade a proporção da população com renda inferior a um dólar per capita por dia.
Meta 1A (brasileira): Reduzir a um quarto a proporção da população com renda inferior a um dólar per capita por dia
Meta 2: Reduzir pela metade a proporção da população que sofre de fome
Meta 2A (brasileira): Erradicar a fome.
II - Universalizar a educação primária
Meta 3: Garantir que as crianças de todos os países, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino.
Meta 3A (brasileira): Garantir que todas as crianças, de todas as regiões do país, independentemente da cor, raça e do sexo, concluam o ensino fundamental
III - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres
Meta 4: Eliminar as disparidades entre os sexos no ensino fundamental e médio, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, o mais tardar até 2015
IV - Reduzir a mortalidade na infância
Meta 5: Reduzir em dois terços a mortalidade de crianças menores de 5 anos de idade
V - Melhorar a saúde materna
Meta 6: Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna
Meta 6A (brasileira): Promover, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), cobertura universal por ações de saúde sexual e reprodutiva até 2015
Meta 6B (brasileira): Ter detido o crescimento da mortalidade por câncer de mama e de colo de útero, invertendo a tendência atual
VI - Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças
Meta 7: Ter detido a propagação do HIV/Aids e começado a inverter a tendência atual
Meta 8: Ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual
VII - Garantir a sustentabilidade ambiental
Meta 9: Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável às políticas e aos programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais
Meta 10: Reduzir pela metade a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável e esgotamento sanitário.
Meta 11: Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa na vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de assentamentos precários
VIII - Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento
Meta 12: Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, previsível e não-discriminatório
Meta 13: Atender às necessidades dos países menos desenvolvidos, incluindo um regime isento de direitos e não sujeito a cotas para as exportações dos países menos desenvolvidos; um programa reforçado de redução da dívida dos países pobres muito endividados e anulação da dívida bilateral oficial; e uma ajuda pública para o desenvolvimento mais generosa aos países empenhados na luta contra a pobreza
Meta 14: Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos estados insulares em desenvolvimento
Meta 15: Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais, de modo a tornar a sua dívida sustentável
Meta 16: Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham um trabalho digno e produtivo
Meta 17: Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis nos países em desenvolvimento
Meta 18: Em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações
Proposta da ONU é assumida por 189 países
A Declaração do Milênio é um pacto internacional pela eliminação da pobreza assumido por 189 países. Para tornar o mundo mais justo e solidário, foram definidos, no ano 2000, pela Organização das Nações Unidas (ONU) oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) a serem alcançados até 2015, por meio de ações de combate à pobreza e à fome, promoção da educação, da igualdade de gênero, de políticas de saúde, saneamento, habitação e meio ambiente.
Segundo Kim Bolduc, coordenadora-residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, quando a Declaração do Milênio foi firmada, já se sabia que ela representava o maior consenso internacional acerca de objetivos de desenvolvimento na história da humanidade: "Sabia-se também que representava uma oportunidade única para o avanço e a melhor articulação dos diferentes atores do desenvolvimento, tanto nacionais como internacionais. Estimávamos ainda que atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio significaria que, até 2015, mais de 500 milhões de pessoas sairiam da extrema pobreza, mais de 300 milhões não passariam mais fome e 30 milhões de crianças deixariam de morrer antes de completar cinco anos. Já tínhamos a convicção de que as vidas refletidas nestes números eram suficientes para justificar os ODM".
Desafios
Em texto no Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM, preparado pela Presidência da República e divulgado em setembro de 2007, Kim Bolduc diz que os resultados globais à época demonstravam que, apesar dos importantes avanços conquistados, ainda havia muito a ser feito. E evidenciavam que no caminho para o desenvolvimento humano não é possível contentar-se com grandes médias: "Hoje, temos a certeza de que o cumprimento dos ODM só será efetivo se conseguirmos reduzir as desigualdades entre países, regiões, mulheres e homens, brancos, negros e indígenas, ricos e pobres".
Conforme texto publicado no site do Ministério das Relações Exteriores, "a despeito do amplo consenso sobre os objetivos a serem alcançados, até o momento, os governos não obtiveram êxito na identificação de caminhos para implementar, efetivamente, as MDMs [Metas de Desenvolvimento do Milênio]. De acordo com o "World Development Report", em muitos países, o crescimento econômico permanece abaixo no nível considerado necessário para se alcançar aqueles objetivos.
No período de 1998 a 2002, o crescimento per capita ficou em menos de 2% em 60% dos países de baixa renda; em 32% desses países, as taxas de crescimento foram negativas. Estimativas indicam que um crescimento sustentável da ordem de 3% é a taxa mínima necessária para se que possam atingir os objetivos de desenvolvimento. A permanecer o ritmo atual de crescimento, as MDMs serão atingidas apenas em 2147. Embora seja necessário conferir atenção especial às necessidades prementes dos países de baixa renda, não se pode esquecer que os países de renda média abrigam 280 milhões de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia e 870 milhões de pessoas com menos de dois dólares por dia."
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Falta de médicos em Posto de Saúde deixa moradores indignados
Fonte: A voz da cidade Edição: 11.724
BARRA MANSA
A falta de médicos no Posto de Saúde do bairro Cotiara vem tirando a tranquilidade dos moradores. De acordo com os usuários, há um mês a unidade está sem clínico geral. Mesmo assim, as pessoas são obrigadas a ir para a fila uma vez por semana, às 3 horas, mas somente por volta das 7h30min, quando inicia o atendimento, são informadas que não há profissional para atender.
Os moradores contam que já reclamaram na prefeitura, mas o problema continua. Muitos disseram que no governo passado, a unidade funcionava bem, mas este ano começaram os problemas. Lembram ainda que, além da falta de clínico geral, a quantidade de pessoas a ser atendida por semana também é pouca. Para o clínico geral, quando tem são marcadas 20 consultas e, para o pediatra, 16. Esse número, conforme os reclamantes, é insuficiente para atender à demanda do bairro.
A aposentada Vicentina de Paula Santos, 72 anos, diz que mora na Cotiara há mais de 52 anos, e que nunca viu tantos problemas no Posto de Saúde como agora. Segundo ela, com problemas para se locomover, obrigada a procurar médico em locais distantes, já que no bairro isso é impossível. “Estamos sofrendo com essa situação e esperamos que providências sejam tomadas o mais rápido possível. Solicitamos atenção para o caso”, reclama ela que na tarde de quinta-feira participou do manifesto em prol de melhorias para a saúde do município na Praça da Matriz, Centro. Na ocasião, representantes de diversas entidades sociais e sindicais se reuniram e formularam um documento com reivindicações da população, que foi entregue ao governo municipal e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). “Participei da manifestação porque não já não aguento mais tanto sofrimento”, conta.
A dona de casa Helena Maria Rodrigues, 54 anos, nascida no bairro, conta também que está difícil para aguentar tanto descaso. Diz ela que em todo esse tempo que mora no bairro a unidade de saúde local nunca havia ficado sem médico como agora. Lembra que a situação piorou há um mês, quando o profissional que atendia a população foi transferido. “Não queremos nada demais, somente médico para nos atender. Temos direito à saúde”, justifica.
RESPOSTA DA PREFEITURA
A Coordenadoria de Comunicação Social informa que o médico que atendia no local saiu há duas semanas, no entanto um novo profissional começa a atender segunda-feira. Em relação ao pediatra, a Secretaria de Saúde vai estudar a possibilidade de o médico atender a um número maior de crianças. Para solicitação de serviços, críticas, sugestões, a população pode ligar para Ouvidoria da prefeitura, telefone 0800 701 91 40.
BARRA MANSA A falta de médicos no Posto de Saúde do bairro Cotiara vem tirando a tranquilidade dos moradores. De acordo com os usuários, há um mês a unidade está sem clínico geral. Mesmo assim, as pessoas são obrigadas a ir para a fila uma vez por semana, às 3 horas, mas somente por volta das 7h30min, quando inicia o atendimento, são informadas que não há profissional para atender.
Os moradores contam que já reclamaram na prefeitura, mas o problema continua. Muitos disseram que no governo passado, a unidade funcionava bem, mas este ano começaram os problemas. Lembram ainda que, além da falta de clínico geral, a quantidade de pessoas a ser atendida por semana também é pouca. Para o clínico geral, quando tem são marcadas 20 consultas e, para o pediatra, 16. Esse número, conforme os reclamantes, é insuficiente para atender à demanda do bairro.
A aposentada Vicentina de Paula Santos, 72 anos, diz que mora na Cotiara há mais de 52 anos, e que nunca viu tantos problemas no Posto de Saúde como agora. Segundo ela, com problemas para se locomover, obrigada a procurar médico em locais distantes, já que no bairro isso é impossível. “Estamos sofrendo com essa situação e esperamos que providências sejam tomadas o mais rápido possível. Solicitamos atenção para o caso”, reclama ela que na tarde de quinta-feira participou do manifesto em prol de melhorias para a saúde do município na Praça da Matriz, Centro. Na ocasião, representantes de diversas entidades sociais e sindicais se reuniram e formularam um documento com reivindicações da população, que foi entregue ao governo municipal e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). “Participei da manifestação porque não já não aguento mais tanto sofrimento”, conta.
A dona de casa Helena Maria Rodrigues, 54 anos, nascida no bairro, conta também que está difícil para aguentar tanto descaso. Diz ela que em todo esse tempo que mora no bairro a unidade de saúde local nunca havia ficado sem médico como agora. Lembra que a situação piorou há um mês, quando o profissional que atendia a população foi transferido. “Não queremos nada demais, somente médico para nos atender. Temos direito à saúde”, justifica.
RESPOSTA DA PREFEITURA
A Coordenadoria de Comunicação Social informa que o médico que atendia no local saiu há duas semanas, no entanto um novo profissional começa a atender segunda-feira. Em relação ao pediatra, a Secretaria de Saúde vai estudar a possibilidade de o médico atender a um número maior de crianças. Para solicitação de serviços, críticas, sugestões, a população pode ligar para Ouvidoria da prefeitura, telefone 0800 701 91 40.
12 cidades confirmadas para a Copa de 2014
As 12 cidades confirmadas são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Fortaleza, Salvador, Recife, Natal, Cuiabá e Manaus.
A lista saiu 19 meses depois da escolha do Brasil como país-sede do Mundial de 2014.
O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, afirmou que o estado foi vítima de preconceito da CBF. Em Campo Grande, a reação não foi diferente. O prefeito Nelson Trad Filho disse que vai pedir explicações à Fifa.
Fonte: Jornal do Brasil
A lista saiu 19 meses depois da escolha do Brasil como país-sede do Mundial de 2014.
O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, afirmou que o estado foi vítima de preconceito da CBF. Em Campo Grande, a reação não foi diferente. O prefeito Nelson Trad Filho disse que vai pedir explicações à Fifa.
Fonte: Jornal do Brasil
Copa de 2014
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, na cidade de Nassau, nas Ilhas Bahamas, informou as 12 cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonnte, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador.
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Roosevelt na Rádio do Comércio
Hoje, pela manhã, presente na rádio do comércio o Assessor de Captação de Recursos e Investimentos Roosevelt Brasil informou algumas notícias boas para nossa cidade.
Citarei três delas:
* O Governo do Estado, em parceria com a PMBM, investirá R$ 274 mil em obras no bairro Siderlândia;
* O bairro Getúlio Vargas ganhará 30 casas populares;
* Uma nova empresa irá ocupar o lugar da Nestlê, gerando vários empregos.
Mesmo a cidade de Barra Mansa recebendo poucos recursos do Estado, Roosevelt Brasil fez vários elogios ao Governador Sérgio Cabral.
Citarei três delas:
* O Governo do Estado, em parceria com a PMBM, investirá R$ 274 mil em obras no bairro Siderlândia;
* O bairro Getúlio Vargas ganhará 30 casas populares;
* Uma nova empresa irá ocupar o lugar da Nestlê, gerando vários empregos.
Mesmo a cidade de Barra Mansa recebendo poucos recursos do Estado, Roosevelt Brasil fez vários elogios ao Governador Sérgio Cabral.
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