Pantanal perde 2 mil quilômetros quadrados de vegetação por ano
Redação 24 Horas News
Entre 2002 e 2008, o Pantanal perdeu 12,4 mil quilômetros quadrados (km²) de vegetação. O desmatamento avança mais na área de planalto do bioma e é menos intensivo na planície. Estudo apresentado nesta semana mostra que 86,6% da vegetação da planície está preservada, mas só restam 41,8% de cobertura original no planalto.
A pecuária é o principal vetor do desmatamento no Pantanal, de acordo com o levantamento. A conversão de vegetação em pastagens é responsável por 11,1% do uso da terra na área de planície e 43,5% no planalto. A agricultura ocupa 0,3% da região de planície do bioma e 9,9% do planalto.
O estudo, feito em parceria entre as organizações não governamentais WWF, Conservação Internacional, SOS Pantanal, SOS Mata Atlântica, a Fundação Avina e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), comparou imagens de satélites com visitas de campo pela região.
Pecuária extensiva contribui para conservação, diz Embrapa
A diferença entre a devastação no planalto e na planície reflete diferenças nas forma de ocupação do bioma. De acordo com o levantamento, o planalto é fortemente ocupado pela agricultura e pela pecuária. Na planície, a pecuária mais extensiva pressiona menos a abertura de novas áreas.
Apesar do crescimento do desmate verificado no período, a situação do Pantanal ainda é melhor que a de outros biomas do país. A Amazônia registra taxa anual de desmate de cerca de 7 mil km² e o Cerrado já perdeu metade de sua cobertura vegetal original
http://24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=330529
domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Serra está mais estratégico
Serra nega cobrança para ficar agressivo, mas critica Lula e a carga tributária em entrevista
O pré-candidato a presidente José Serra (PSDB) negou que exista pressão do partido para ele adotar um tom mais "agressivo" em relação ao governo Lula. A declaração foi dada em entrevista gravada no dia (3), em Curitiba, e exibida nesta manhã pela RIC TV, afiliada da Rede Record. "Eu tenho meu estilo, sou do jeito que eu sou", disse, ao ser questionado sobre a cobrança para ser mais crítico.
Na entrevista, o tucano criticou o presidente Lula e a carga tributária: "Eu não teria orgulho (como Lula) da carga tributária brasileira. Se cobra imposto até sobre saneamento".
Serra tentou minimizar a importância do encontro da cúpula tucana, convocado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, nesta quinta-feira (3), em São Paulo, para discutir mudanças na campanha. "Não houve reunião alguma", disse.
O pré-candidato também afirmou que o Brasil sofre com o tráfico de drogas e o contrabando de armas porque "o governo não mergulha nestes problemas". Ainda no assunto, ele voltou a abordar a relação com o governo boliviano. "Se a Bolívia é amiga, poderia nos ajudar mais."
O pré-candidato do PSDB à presidência foi menos enfático ao falar sobre a sucessão estadual. "Sapo de fora não chia", desconversou. No entanto, indicou um prazo para a definição de alianças, "até a semana que vem".
"Sou amigo do (ex-prefeito tucano de Curitiba) Beto Richa, do (senador do PDT) Osmar Dias, do (ex-governador peemedebista Roberto) Requião. Meu dou muito bem com os paranaenses", afirmou Serra.
Richa, pré-candidato a governador, e o presidente do PSDB no Paraná, deputado estadual Valdir Rossoni, não acompanharam a gravação. Apenas um pequeno grupo de assessores estava com Serra.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/04/serra-nega-cobranca-para-ficar-agressivo-mas-critica-lula-e-a-carga-tributaria-em-entrevista.jhtm
O pré-candidato a presidente José Serra (PSDB) negou que exista pressão do partido para ele adotar um tom mais "agressivo" em relação ao governo Lula. A declaração foi dada em entrevista gravada no dia (3), em Curitiba, e exibida nesta manhã pela RIC TV, afiliada da Rede Record. "Eu tenho meu estilo, sou do jeito que eu sou", disse, ao ser questionado sobre a cobrança para ser mais crítico.
Na entrevista, o tucano criticou o presidente Lula e a carga tributária: "Eu não teria orgulho (como Lula) da carga tributária brasileira. Se cobra imposto até sobre saneamento".
Serra tentou minimizar a importância do encontro da cúpula tucana, convocado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, nesta quinta-feira (3), em São Paulo, para discutir mudanças na campanha. "Não houve reunião alguma", disse.
O pré-candidato também afirmou que o Brasil sofre com o tráfico de drogas e o contrabando de armas porque "o governo não mergulha nestes problemas". Ainda no assunto, ele voltou a abordar a relação com o governo boliviano. "Se a Bolívia é amiga, poderia nos ajudar mais."
O pré-candidato do PSDB à presidência foi menos enfático ao falar sobre a sucessão estadual. "Sapo de fora não chia", desconversou. No entanto, indicou um prazo para a definição de alianças, "até a semana que vem".
"Sou amigo do (ex-prefeito tucano de Curitiba) Beto Richa, do (senador do PDT) Osmar Dias, do (ex-governador peemedebista Roberto) Requião. Meu dou muito bem com os paranaenses", afirmou Serra.
Richa, pré-candidato a governador, e o presidente do PSDB no Paraná, deputado estadual Valdir Rossoni, não acompanharam a gravação. Apenas um pequeno grupo de assessores estava com Serra.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/04/serra-nega-cobranca-para-ficar-agressivo-mas-critica-lula-e-a-carga-tributaria-em-entrevista.jhtm
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Vídeo - Marina Silva
Entrevista: Marina critica "inchaço" da máquina pública
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/multi/2010/06/01/0402983568CCB95386.jhtm?entrevista-marina-critica-inchaco-da-maquina-publica-0402983568CCB95386
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/multi/2010/06/01/0402983568CCB95386.jhtm?entrevista-marina-critica-inchaco-da-maquina-publica-0402983568CCB95386
Um corretor é registrado a cada duas horas
No Brasil, um corretor é registrado a cada duas horas
Data: 04.06.2010 - Fonte: CQCS/Jorge Clapp
Dados da Fenacor indicam que, de 1º de janeiro até 31 de maio, foram concedidos 2.047 registros a corretores ou empresas corretoras de seguros em todo o País, o que representa uma média diária de 13,6 concessões, incluindo finais de semana e feriados. Ou seja, a cada duas horas, o mercado ganhou mais um profissional ou empresa em cinco meses. A maior parte dos registros foi feita em São Paulo: 807 registros, ou 39,4% do total.
Ainda de acordo com a federação, foram registrados, de janeiro a maio, 1.555 corretores pessoas físicas, o correspondente a 76% da soma global.
Data: 04.06.2010 - Fonte: CQCS/Jorge Clapp
Dados da Fenacor indicam que, de 1º de janeiro até 31 de maio, foram concedidos 2.047 registros a corretores ou empresas corretoras de seguros em todo o País, o que representa uma média diária de 13,6 concessões, incluindo finais de semana e feriados. Ou seja, a cada duas horas, o mercado ganhou mais um profissional ou empresa em cinco meses. A maior parte dos registros foi feita em São Paulo: 807 registros, ou 39,4% do total.
Ainda de acordo com a federação, foram registrados, de janeiro a maio, 1.555 corretores pessoas físicas, o correspondente a 76% da soma global.
Marina Silva
Marina Silva apresenta pacote social sem criação de novos programas
Sem mudanças substanciais na área social do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu ex-aliado, a pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, aproveitou o feriado de Corpus Christi nesta quinta-feira (3) para anunciar um pacote que se reforça as atuais iniciativas e altera uma parte dos modelos de gestão dos programas.

A pré-candidata do PV quer um cadastro único das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, grupos de monitoramento de quem cumpre as exigências incluídas nos programas e um sistema integrado dos programas sociais. Ao lado de Marina e do vice Guilherme Leal, o economista Ricardo Paes de Barros, que coordena a formulação do tema no programa de governo do PV, admitiu a falta de novidades.
“Inicialmente, não temos novos programas. Essa é uma estratégia para integrar o que já temos”, disse Barros, que não descartou a criação de novas iniciativas sociais no futuro. "Nosso objetivo é fazer os serviços chegarem a novas famílias. Essa nova estrutura vai detectar a necessidade de cada família, e pode ser que mostre a necessidade de um novo programa para o Brasil."
Segundo a senadora, que descartou a criação de um novo ministério para a administração de programas sociais, as políticas realizadas até agora obtiveram um bom resultado de redução da pobreza, mas ainda não foram suficientes, especialmente porque não identificam necessidades específicas da população que vive em situação de pobreza.
“Esse trabalho vai saber quem é o pobre, como ele vive. Não é um rompimento com a atual política social”, disse a ex-ministra do Meio Ambiente, que em 2009 deixou o PT para ser candidata à Presidência pelo PV.
Com relação aos custos de implementação do programa, Marina disse que essa era apenas uma apresentação do conceito do programa, mas que ele não custará “nada fora do padrão e da possibilidade de fazer”.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/03/marina-silva-apresenta-proposta-para-novo-modelo-de-gestao-na-area-social.jhtm
Sem mudanças substanciais na área social do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu ex-aliado, a pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, aproveitou o feriado de Corpus Christi nesta quinta-feira (3) para anunciar um pacote que se reforça as atuais iniciativas e altera uma parte dos modelos de gestão dos programas.

A pré-candidata do PV quer um cadastro único das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, grupos de monitoramento de quem cumpre as exigências incluídas nos programas e um sistema integrado dos programas sociais. Ao lado de Marina e do vice Guilherme Leal, o economista Ricardo Paes de Barros, que coordena a formulação do tema no programa de governo do PV, admitiu a falta de novidades.
“Inicialmente, não temos novos programas. Essa é uma estratégia para integrar o que já temos”, disse Barros, que não descartou a criação de novas iniciativas sociais no futuro. "Nosso objetivo é fazer os serviços chegarem a novas famílias. Essa nova estrutura vai detectar a necessidade de cada família, e pode ser que mostre a necessidade de um novo programa para o Brasil."
Segundo a senadora, que descartou a criação de um novo ministério para a administração de programas sociais, as políticas realizadas até agora obtiveram um bom resultado de redução da pobreza, mas ainda não foram suficientes, especialmente porque não identificam necessidades específicas da população que vive em situação de pobreza.
“Esse trabalho vai saber quem é o pobre, como ele vive. Não é um rompimento com a atual política social”, disse a ex-ministra do Meio Ambiente, que em 2009 deixou o PT para ser candidata à Presidência pelo PV.
Com relação aos custos de implementação do programa, Marina disse que essa era apenas uma apresentação do conceito do programa, mas que ele não custará “nada fora do padrão e da possibilidade de fazer”.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/03/marina-silva-apresenta-proposta-para-novo-modelo-de-gestao-na-area-social.jhtm
Vídeo - Dilma Roussef
Para Dilma, PSDB também faz indicação política
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/multi/2010/05/26/04021B326CE0B92386.jhtm?para-dilma-psdb-tambem-faz-indicacao-politica-04021B326CE0B92386
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/multi/2010/05/26/04021B326CE0B92386.jhtm?para-dilma-psdb-tambem-faz-indicacao-politica-04021B326CE0B92386
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Cinco anos após denúncia do mensalão
Cinco anos após denúncia do mensalão, Jefferson diz que Lula deve sucesso a ele
A dias do marco de cinco anos da entrevista que detonou o maior escândalo do atual governo, o ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, avalia que contribuiu para a alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afastar do Palácio dos Planalto os envolvidos no suposto esquema de compra de apoio no Congresso.
Em entrevista ao UOL Notícias, Jefferson disse ainda não guardar ressentimento após a turbulência política de 2005, que derrubou a cúpula do PT, ministros do governo federal, dirigentes de estatais e empresas privadas e parlamentares, incluindo ele próprio. Mesmo com críticas a Lula – aliou-se ao PSDB para tentar eleger José Serra para a Presidência da República – ele diz ter ajudado a gestão do petista.
“Eu livrei o governo dele do José Dirceu, [Luiz] Gushiken, [José] Genoino, Marcos Valério, Delúbio [Soares]. Ele me deve uma janta. O governo dele cresceu a partir daí”, afirmou, referindo-se ao ex-ministro da Casa Civil, ao ex-secretário de Comunicação, o ex-presidente do PT, o empresário que intermediava o esquema e o ex-tesoureiro petista.
Ao comentar sobre a suspeita do presidente de que o escândalo do mensalão foi uma tentativa de golpe promovida pela oposição, Jefferson ironizou: “Havia um cinturão em torno do Lula, ninguém chegava. Batia todo mundo no Zé Dirceu. Depois que ele se libertou disso, cresceu. A conspiração foi a favor dele porque eu o protegi o tempo todo.”
Jefferson disse também que sempre reiterou que Lula não sabia sobre a ação de membros do governo para comprar apoio de parlamentares – o que depois foi transformado na tese de que teria havido apenas crime eleitoral.
“O presidente foi surpreendido por mim. Nunca mudei isso. Não houve conspiração contra o governo dele. Houve contra pessoas que no governo dele tomavam esse tipo de atitude e faziam essa prática”, disse o presidente do PTB, que não voltou a ver Lula nem Dirceu depois de deixar a Câmara, cassado por quebra de decoro. Ele não poderá disputar eleições até 2018.
Prevaricação
O ex-deputado, que admite ter cometido crime eleitoral em 2004, afirmou que na denúncia encaminhada ao STF sobre o caso falta o nome do presidente. Para Jefferson, que atuou como advogado criminalista, Lula “deu uma mexida” ao sacar Dirceu e Gushiken do governo, mas preferiu proteger o PT a corrigir o problema.
“No mínimo ele prevaricou. O caso era na Câmara. Ele manda para o presidente da Câmara [na época João Paulo Cunha, do PT de São Paulo] que, descobrimos depois, apanhou dinheiro do mensalão e está denunciado por isso. Varreu o lixo para baixo do tapete. Ele não tomou nenhuma atitude que deveria ter tomado”, disse.
O Palácio do Planalto informou, por meio de assessoria de imprensa, que Lula não vai comentar as declarações do presidente do PTB e que o depoimento do mandatário sobre o caso já foi encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) no mês passado.
Na resposta ao questionário feito pelo Ministério Público Federal, Lula reconheceu recentemente pela primeira vez que ouviu um alerta de Jefferson em março de 2005 sobre o suposto esquema de compra de congressistas da base aliada. O Ministério Público questionou se o presidente soube do mensalão por outra pessoa. O plenário do STF rejeitou pedido da defesa de Jefferson para incluir Lula entre os réus do processo.
Apesar da turbulência de 2005, Jefferson garante que “os ódios ficaram no passado”. “Quem vive de ódio enxerga para trás e não consegue ver o futuro. Isso passou. Foi aquele momento de enfrentamento, os ódios, esses instintos primitivos estavam muito acesos”, disse ele, referindo-se à célebre frase que usou ao se referir a Dirceu. Procurado pela reportagem, o ex-ministro não foi encontrado.
“Mas graças a Deus isso está plenamente superado. Isso aí não existe mais, passou. Não tenho nenhum ódio ou ressentimento do José Dirceu. Só não falo com ele. Deus me poupou do dissabor de encontrá-lo”, resumiu. Perguntado sobre se tem ressentimentos em relação a Lula, insistiu: “Ele me deve uma janta”.
http://noticias.uol.com.br/politica/2010/06/02/cinco-anos-apos-denuncia-do-mensalao-jefferson-diz-que-lula-deve-sucesso-a-ele.jhtm
A dias do marco de cinco anos da entrevista que detonou o maior escândalo do atual governo, o ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, avalia que contribuiu para a alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afastar do Palácio dos Planalto os envolvidos no suposto esquema de compra de apoio no Congresso.
Em entrevista ao UOL Notícias, Jefferson disse ainda não guardar ressentimento após a turbulência política de 2005, que derrubou a cúpula do PT, ministros do governo federal, dirigentes de estatais e empresas privadas e parlamentares, incluindo ele próprio. Mesmo com críticas a Lula – aliou-se ao PSDB para tentar eleger José Serra para a Presidência da República – ele diz ter ajudado a gestão do petista.
“Eu livrei o governo dele do José Dirceu, [Luiz] Gushiken, [José] Genoino, Marcos Valério, Delúbio [Soares]. Ele me deve uma janta. O governo dele cresceu a partir daí”, afirmou, referindo-se ao ex-ministro da Casa Civil, ao ex-secretário de Comunicação, o ex-presidente do PT, o empresário que intermediava o esquema e o ex-tesoureiro petista.
Ao comentar sobre a suspeita do presidente de que o escândalo do mensalão foi uma tentativa de golpe promovida pela oposição, Jefferson ironizou: “Havia um cinturão em torno do Lula, ninguém chegava. Batia todo mundo no Zé Dirceu. Depois que ele se libertou disso, cresceu. A conspiração foi a favor dele porque eu o protegi o tempo todo.”
Jefferson disse também que sempre reiterou que Lula não sabia sobre a ação de membros do governo para comprar apoio de parlamentares – o que depois foi transformado na tese de que teria havido apenas crime eleitoral.
“O presidente foi surpreendido por mim. Nunca mudei isso. Não houve conspiração contra o governo dele. Houve contra pessoas que no governo dele tomavam esse tipo de atitude e faziam essa prática”, disse o presidente do PTB, que não voltou a ver Lula nem Dirceu depois de deixar a Câmara, cassado por quebra de decoro. Ele não poderá disputar eleições até 2018.
Prevaricação
O ex-deputado, que admite ter cometido crime eleitoral em 2004, afirmou que na denúncia encaminhada ao STF sobre o caso falta o nome do presidente. Para Jefferson, que atuou como advogado criminalista, Lula “deu uma mexida” ao sacar Dirceu e Gushiken do governo, mas preferiu proteger o PT a corrigir o problema.
“No mínimo ele prevaricou. O caso era na Câmara. Ele manda para o presidente da Câmara [na época João Paulo Cunha, do PT de São Paulo] que, descobrimos depois, apanhou dinheiro do mensalão e está denunciado por isso. Varreu o lixo para baixo do tapete. Ele não tomou nenhuma atitude que deveria ter tomado”, disse.
O Palácio do Planalto informou, por meio de assessoria de imprensa, que Lula não vai comentar as declarações do presidente do PTB e que o depoimento do mandatário sobre o caso já foi encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) no mês passado.
Na resposta ao questionário feito pelo Ministério Público Federal, Lula reconheceu recentemente pela primeira vez que ouviu um alerta de Jefferson em março de 2005 sobre o suposto esquema de compra de congressistas da base aliada. O Ministério Público questionou se o presidente soube do mensalão por outra pessoa. O plenário do STF rejeitou pedido da defesa de Jefferson para incluir Lula entre os réus do processo.
Apesar da turbulência de 2005, Jefferson garante que “os ódios ficaram no passado”. “Quem vive de ódio enxerga para trás e não consegue ver o futuro. Isso passou. Foi aquele momento de enfrentamento, os ódios, esses instintos primitivos estavam muito acesos”, disse ele, referindo-se à célebre frase que usou ao se referir a Dirceu. Procurado pela reportagem, o ex-ministro não foi encontrado.
“Mas graças a Deus isso está plenamente superado. Isso aí não existe mais, passou. Não tenho nenhum ódio ou ressentimento do José Dirceu. Só não falo com ele. Deus me poupou do dissabor de encontrá-lo”, resumiu. Perguntado sobre se tem ressentimentos em relação a Lula, insistiu: “Ele me deve uma janta”.
http://noticias.uol.com.br/politica/2010/06/02/cinco-anos-apos-denuncia-do-mensalao-jefferson-diz-que-lula-deve-sucesso-a-ele.jhtm
quarta-feira, 2 de junho de 2010
PAC acelerado
Mesmo sem Dilma, governo mantém PAC acelerado
Leandro Kleber
Do Contas Abertas
O governo realiza na manhã de hoje (2), em Brasília, o primeiro balanço oficial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sem a presença da pré-candidata do PT às eleições presidenciais e “mãe” do PAC, Dilma Rousseff. Este será o 10º evento de divulgação do andamento das obras que compõem o principal programa da gestão do presidente Lula, criado em 2007. E os resultados neste ano eleitoral são positivos ao governo e à campanha petista, pelo menos em termos de Orçamento Geral da União (OGU). Entre janeiro e maio, ministérios e demais órgãos federais que executam obras do programa com recursos do OGU desembolsaram pouco mais de R$ 7,1 bilhões; quase o dobro do registrado no mesmo período de 2009 (R$ 3,8 bilhões).

A quantia paga em 2010 ainda chega perto do montante total aplicado entre janeiro e maio dos últimos três anos somados, R$ 8,3 bilhões (veja tabela). Apesar disso, se o ritmo dos primeiros cinco meses for mantido até dezembro, o percentual de execução orçamentária ainda estará longe do ideal. Isso porque a previsão para este ano é aplicar R$ 28,6 bilhões, ou seja, com a média de desembolso atual (R$ 1,4 bilhão por mês), provavelmente serão investidos R$ 17,1 bilhões até o fim de 2010, ou somente 60% dos recursos autorizados.
Além disso, o total aplicado pelo governo federal desde o lançamento do programa em 2007 não é satisfatório. Até maio deste ano, foram investidos, com recursos do OGU, R$ 43,8 bilhões em empreendimentos do PAC. O valor representa apenas 47% de todo o previsto para o plano no período, R$ 92,5 bilhões. A situação é bem melhor quando considerados os empenhos (reservas orçamentárias feitas para futuro pagamento). Desde 2007, o governo já empenhou R$ 74,7 bilhões (80%) do montante global autorizado para uso (veja tabela).
No entanto, técnicos em orçamento público criticam o volume de empenhos que não são efetivamente pagos, pois acabam sendo rolados para anos seguintes como “restos a pagar”. Hoje, o governo tem um estoque de restos a pagar elevado, na casa dos R$ 20 bilhões. Como o orçamento previsto para este ano é de R$ 28,6 bilhões, fica difícil pagar e executar as obras com recursos orçamentários de 2010 mais os restos a pagar. É provável que boa parte dessa dívida seja levada para 2011, quando um novo presidente da República assume a cadeira. Isso preocupa Paulo Brasil, economista e vice-presidente do Sindicato dos Economistas do estado de São Paulo. Segundo ele, se o governo deixar a “vultosa herança aos sucessores, a próxima gestão estará extremamente comprometida, em especial na questão de infraestrutura”.
Para evitar que isso aconteça, o Ministério dos Transportes se destaca como a pasta mais forte quando se trata de PAC “orçamentário”. Mais de R$ 4 bilhões já foram investidos em empreendimentos rodoviários e ferroviários nos primeiros cinco meses deste ano, mais do que a verba de todos os órgãos da Esplanada juntos. O Ministério das Cidades aparece logo em seguida, com R$ 1,7 bilhão aplicado. Porém, a quantia representa apenas 15% dos R$ 10,8 bilhões autorizados para a pasta em 2010.
Para o cientista político Cristiano Noronha, o aumento dos recursos do PAC neste ano ajudam a acelerar obras pendentes e, consequentemente, auxilia a candidatura da ministra Dilma Rousseff. Segundo ele, o governo não quer realizar um balanço ruim do programa nos meses em que a candidata estiver afastada da Casa Civil. "É importante demonstrar que não há atrasos em obras do PAC, pois evita ataques da oposição de que ela é uma má gestora. Acredito que o programa será um ingrediente importante nas eleições, mas não determinante. Acho que a campanha de Dilma estará muita mais calcada nos avanços econômicos e sociais registrados no governo Lula", afirma.
Estatais e setor privado fora do cálculo
As informações dos investimentos citados na matéria referem-se apenas ao chamado PAC "orçamentário”, ou seja, obras e projetos da administração federal direta passíveis de monitoramento no Orçamento Geral da União por meio do Siafi (sistema de acompanhamento das receitas e despesas da União). Estão excluídos investimentos realizados por empresas estatais, iniciativa privada e financiamentos imobiliários, que serão anunciados nesta manhã pelo governo.
http://contasabertas.uol.com.br/WebSite/Noticias/DetalheNoticias.aspx?Id=154
Leandro Kleber
Do Contas Abertas
O governo realiza na manhã de hoje (2), em Brasília, o primeiro balanço oficial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sem a presença da pré-candidata do PT às eleições presidenciais e “mãe” do PAC, Dilma Rousseff. Este será o 10º evento de divulgação do andamento das obras que compõem o principal programa da gestão do presidente Lula, criado em 2007. E os resultados neste ano eleitoral são positivos ao governo e à campanha petista, pelo menos em termos de Orçamento Geral da União (OGU). Entre janeiro e maio, ministérios e demais órgãos federais que executam obras do programa com recursos do OGU desembolsaram pouco mais de R$ 7,1 bilhões; quase o dobro do registrado no mesmo período de 2009 (R$ 3,8 bilhões).

A quantia paga em 2010 ainda chega perto do montante total aplicado entre janeiro e maio dos últimos três anos somados, R$ 8,3 bilhões (veja tabela). Apesar disso, se o ritmo dos primeiros cinco meses for mantido até dezembro, o percentual de execução orçamentária ainda estará longe do ideal. Isso porque a previsão para este ano é aplicar R$ 28,6 bilhões, ou seja, com a média de desembolso atual (R$ 1,4 bilhão por mês), provavelmente serão investidos R$ 17,1 bilhões até o fim de 2010, ou somente 60% dos recursos autorizados.
Além disso, o total aplicado pelo governo federal desde o lançamento do programa em 2007 não é satisfatório. Até maio deste ano, foram investidos, com recursos do OGU, R$ 43,8 bilhões em empreendimentos do PAC. O valor representa apenas 47% de todo o previsto para o plano no período, R$ 92,5 bilhões. A situação é bem melhor quando considerados os empenhos (reservas orçamentárias feitas para futuro pagamento). Desde 2007, o governo já empenhou R$ 74,7 bilhões (80%) do montante global autorizado para uso (veja tabela).
No entanto, técnicos em orçamento público criticam o volume de empenhos que não são efetivamente pagos, pois acabam sendo rolados para anos seguintes como “restos a pagar”. Hoje, o governo tem um estoque de restos a pagar elevado, na casa dos R$ 20 bilhões. Como o orçamento previsto para este ano é de R$ 28,6 bilhões, fica difícil pagar e executar as obras com recursos orçamentários de 2010 mais os restos a pagar. É provável que boa parte dessa dívida seja levada para 2011, quando um novo presidente da República assume a cadeira. Isso preocupa Paulo Brasil, economista e vice-presidente do Sindicato dos Economistas do estado de São Paulo. Segundo ele, se o governo deixar a “vultosa herança aos sucessores, a próxima gestão estará extremamente comprometida, em especial na questão de infraestrutura”.
Para evitar que isso aconteça, o Ministério dos Transportes se destaca como a pasta mais forte quando se trata de PAC “orçamentário”. Mais de R$ 4 bilhões já foram investidos em empreendimentos rodoviários e ferroviários nos primeiros cinco meses deste ano, mais do que a verba de todos os órgãos da Esplanada juntos. O Ministério das Cidades aparece logo em seguida, com R$ 1,7 bilhão aplicado. Porém, a quantia representa apenas 15% dos R$ 10,8 bilhões autorizados para a pasta em 2010.
Para o cientista político Cristiano Noronha, o aumento dos recursos do PAC neste ano ajudam a acelerar obras pendentes e, consequentemente, auxilia a candidatura da ministra Dilma Rousseff. Segundo ele, o governo não quer realizar um balanço ruim do programa nos meses em que a candidata estiver afastada da Casa Civil. "É importante demonstrar que não há atrasos em obras do PAC, pois evita ataques da oposição de que ela é uma má gestora. Acredito que o programa será um ingrediente importante nas eleições, mas não determinante. Acho que a campanha de Dilma estará muita mais calcada nos avanços econômicos e sociais registrados no governo Lula", afirma.
Estatais e setor privado fora do cálculo
As informações dos investimentos citados na matéria referem-se apenas ao chamado PAC "orçamentário”, ou seja, obras e projetos da administração federal direta passíveis de monitoramento no Orçamento Geral da União por meio do Siafi (sistema de acompanhamento das receitas e despesas da União). Estão excluídos investimentos realizados por empresas estatais, iniciativa privada e financiamentos imobiliários, que serão anunciados nesta manhã pelo governo.
http://contasabertas.uol.com.br/WebSite/Noticias/DetalheNoticias.aspx?Id=154
Ciro recebe mimo de Lula: R$ 6,6 mi
De volta à cena, Ciro recebe mimo de Lula: R$ 6,6 mi
Ciro Gomes (PSB-CE/SP) está de volta. Excluído do tabuleiro presidencial, ele havia tomado chá de sumiço em 29 de abril.
Pedira licença na Câmara. Sem remuneração. E refugiara-se nos EUA. Retornou ao Brasil no sábado (29), informa sua assessoria.
Não tem agenda definida para os próximos dias. Como o período de licença já expirou (30 dias), espera-se que dê as caras no Congresso.
Lula, que ajudou a empurrar Ciro para fora do tabuleiro sucessório, providenciou para o “aliado” um mimo monetário.
Mandou liberar a verba de uma emenda que Ciro pendurara no Orçamento. Coisa de 6,6 milhões.
Deve-se a informação aos repórteres Matheus Leitão e Lucas Ferraz.
Em notícia veiculada na Folha, a dupla informa que a liberação ocorreu em 21 de maio.
Oito dias antes do desembarque de Ciro no Brasil. Nessa data, aliás, o PSB federal, partido do ex-candidato, ratificou o apoio a Dilma Rousseff.
A emenda de Ciro, a única que ele apresentou no ano passado, tem destinação meritória.
O dinheiro vai ao caixa da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos, órgão do governo do Ceará, gerido pelo irmão Cid Gomes (PSB).
Destina-se ao financiamento de um sistema de radares capaz de monitorar as chuvas no território cearense.
O valor original da emenda é maior: R$ 10 milhões. Mas um pedaço (R$ 3,3 milhões) já havia sido liberado. Duas parcelas de R$ 1,7 milhão.
Antes de submergir, Ciro ostentava uma retórica belicosa. Pendurara no sítio que mantém na web um artigo acerbo desde o título: “Ao Rei tudo, menos a honra”.
Em entrevistas, dissera que, ao imaginar que “vai batizar Dilma presidente”, Lula “viaja na maionese”.
Referira-se ao PMDB, sócio majoritário da mega-coligação governista, como “um ajuntamento de assaltantes”.
Repisara a tecla de que, sob Lula, a parceria PT-PMDB plantara um “roçado de escândalos”.
Dias atrás, depois de visitar Lula, em Brasília, o governador Cid Gomes disse que o irmão vai seguir a orientação do PSB. “Deve apoiar a Dilma”, afirmou.
Nesse contexto, a liberação da emenda é uma espécie de estímulo à fidelidade. Resta agora saber se um mês foi o bastante para dissolver os rancores do ex-presidenciável.
http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-06-01_2010-06-30.html
Ciro Gomes (PSB-CE/SP) está de volta. Excluído do tabuleiro presidencial, ele havia tomado chá de sumiço em 29 de abril.
Pedira licença na Câmara. Sem remuneração. E refugiara-se nos EUA. Retornou ao Brasil no sábado (29), informa sua assessoria.
Não tem agenda definida para os próximos dias. Como o período de licença já expirou (30 dias), espera-se que dê as caras no Congresso.
Lula, que ajudou a empurrar Ciro para fora do tabuleiro sucessório, providenciou para o “aliado” um mimo monetário.
Mandou liberar a verba de uma emenda que Ciro pendurara no Orçamento. Coisa de 6,6 milhões.
Deve-se a informação aos repórteres Matheus Leitão e Lucas Ferraz.
Em notícia veiculada na Folha, a dupla informa que a liberação ocorreu em 21 de maio.
Oito dias antes do desembarque de Ciro no Brasil. Nessa data, aliás, o PSB federal, partido do ex-candidato, ratificou o apoio a Dilma Rousseff.
A emenda de Ciro, a única que ele apresentou no ano passado, tem destinação meritória.
O dinheiro vai ao caixa da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos, órgão do governo do Ceará, gerido pelo irmão Cid Gomes (PSB).
Destina-se ao financiamento de um sistema de radares capaz de monitorar as chuvas no território cearense.
O valor original da emenda é maior: R$ 10 milhões. Mas um pedaço (R$ 3,3 milhões) já havia sido liberado. Duas parcelas de R$ 1,7 milhão.
Antes de submergir, Ciro ostentava uma retórica belicosa. Pendurara no sítio que mantém na web um artigo acerbo desde o título: “Ao Rei tudo, menos a honra”.
Em entrevistas, dissera que, ao imaginar que “vai batizar Dilma presidente”, Lula “viaja na maionese”.
Referira-se ao PMDB, sócio majoritário da mega-coligação governista, como “um ajuntamento de assaltantes”.
Repisara a tecla de que, sob Lula, a parceria PT-PMDB plantara um “roçado de escândalos”.
Dias atrás, depois de visitar Lula, em Brasília, o governador Cid Gomes disse que o irmão vai seguir a orientação do PSB. “Deve apoiar a Dilma”, afirmou.
Nesse contexto, a liberação da emenda é uma espécie de estímulo à fidelidade. Resta agora saber se um mês foi o bastante para dissolver os rancores do ex-presidenciável.
http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-06-01_2010-06-30.html
terça-feira, 1 de junho de 2010
Ex-diretor da Previ é denunciado por desvio de R$ 70 Mi
Denunciados criminalmente ex-diretores de fundo de previdência da prefeitura do Rio
Acusados de transferir R$ 70 milhões do Fundo Especial de Previdência do Município do Rio de Janeiro (Previ-Rio), sem licitação, para uma conta-corrente de um fundo de investimento, o ex-presidente do Previ-Rio, Marcelo Carvalho Cordeiro, e o ex-diretor de Administração e Finanças da autarquia, Luciano Otávio Dutra Leite Barbosa Filho, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual, acusados de violação da Lei de Licitações.
A transferência contrariou a política de investimentos do Funprevi, baseadas em títulos públicos federais e em fundos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O Ministério Público argumenta que esta foi a primeira aplicação do fundo que, até então, não contava com recursos de nenhum outro investidor.
O prefeito Eduardo Paes, ao tomar conhecimento da aplicação sem consulta, demitiu os dois ex-diretores da Previ-Rio, no dia 15 de março. A ação, ajuizada na 29ª Vara Criminal da Comarca da Capital, pede que os dois ex-diretores sejam condenados à pena de três a cinco anos de prisão, além de pagamento de multa.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/06/01/denunciados-criminalmente-ex-diretores-de-fundo-de-previdencia-da-prefeitura-do-rio.jhtm
Acusados de transferir R$ 70 milhões do Fundo Especial de Previdência do Município do Rio de Janeiro (Previ-Rio), sem licitação, para uma conta-corrente de um fundo de investimento, o ex-presidente do Previ-Rio, Marcelo Carvalho Cordeiro, e o ex-diretor de Administração e Finanças da autarquia, Luciano Otávio Dutra Leite Barbosa Filho, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual, acusados de violação da Lei de Licitações.
A transferência contrariou a política de investimentos do Funprevi, baseadas em títulos públicos federais e em fundos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O Ministério Público argumenta que esta foi a primeira aplicação do fundo que, até então, não contava com recursos de nenhum outro investidor.
O prefeito Eduardo Paes, ao tomar conhecimento da aplicação sem consulta, demitiu os dois ex-diretores da Previ-Rio, no dia 15 de março. A ação, ajuizada na 29ª Vara Criminal da Comarca da Capital, pede que os dois ex-diretores sejam condenados à pena de três a cinco anos de prisão, além de pagamento de multa.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/06/01/denunciados-criminalmente-ex-diretores-de-fundo-de-previdencia-da-prefeitura-do-rio.jhtm
MP Eleitoral acusa PV de propaganda antecipada
Ministério Público Eleitoral acusa PV de propaganda antecipada
As inserções do Partido Verde (PV) veiculadas nos dias 1º, 2, 5 e 7 de abril deste ano são objeto de uma representação do Ministério Público Eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação pede a cassação da propaganda do PV no primeiro semestre de 2011 e a aplicação de multa de até R$ 25 mil ao partido e à pré-candidata Marina Silva por terem feito propaganda eleitoral antecipada.
O Ministério Público acredita que o programa defendeu interesses pessoais ao ressaltar as qualidades individuais de Marina Silva. A ação destaca um dos trechos que considera ilegal: "Ela [Marina] foi apontada por um dos principais jornais do mundo como uma das 50 pessoas que podem salvar o planeta. E esta mulher ainda está apenas começando. Preste a atenção na Marina".
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/01/ministerio-publico-eleitoral-acusa-pv-de-propaganda-antecipada.jhtm
As inserções do Partido Verde (PV) veiculadas nos dias 1º, 2, 5 e 7 de abril deste ano são objeto de uma representação do Ministério Público Eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação pede a cassação da propaganda do PV no primeiro semestre de 2011 e a aplicação de multa de até R$ 25 mil ao partido e à pré-candidata Marina Silva por terem feito propaganda eleitoral antecipada.
O Ministério Público acredita que o programa defendeu interesses pessoais ao ressaltar as qualidades individuais de Marina Silva. A ação destaca um dos trechos que considera ilegal: "Ela [Marina] foi apontada por um dos principais jornais do mundo como uma das 50 pessoas que podem salvar o planeta. E esta mulher ainda está apenas começando. Preste a atenção na Marina".
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/01/ministerio-publico-eleitoral-acusa-pv-de-propaganda-antecipada.jhtm
Multa de R$ 250 mil por propaganda antecipada
Lula se defende de ação que pede multa de R$ 250 mil por propaganda antecipada
Débora Zampier
Da Agência BrasilOs advogados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram nesta segunda-feira (31) a defesa em relação a uma representação do PSDB que pede multa de R$ 250 mil por propaganda eleitoral antecipada. Além de Lula, o PT e a pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, são acusados de infringir a legislação eleitoral durante o programa petista veiculado no último dia 13.
A defesa de Lula argumentou que o presidente é seu filiado de maior destaque e que ele não infringiu a lei ao divulgar seus feitos no governo. Disse ainda que em nenhum momento as eleições deste ano foram citadas e que não houve pedido de votos.
Os advogados petistas disseram que a presença de Dilma serviu para “incentivar a participação feminina em ações políticas”. Segundo a Lei dos Partidos Políticos, a propaganda partidária gratuita também é destinada a promover e difundir a participação das mulheres na política, dedicando a elas um tempo mínimo de 10% no programa.
Para o PSDB, o programa fez "verdadeira apologia à pessoa de Dilma Rousseff, dedicando a integralidade dos seus dez minutos para exaltar o seu currículo, seus feitos administrativos e, além disso, disparar rasgados elogios ao governo comandado pelo presidente Lula”.
Além da multa, o PSDB pede a cassação da exibição de propaganda petista no segundo semestre de 2011. Uma decisão do TSE já cassou o horário do PT no primeiro semestre.
O procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, também pediu ao TSE a punição de Lula, Dilma e do PT pela exibição do programa do dia 13 de maio.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/01/lula-se-defende-de-acao-que-pede-multa-de-r-250-mil-por-propaganda-antecipada.jhtm
Débora Zampier
Da Agência BrasilOs advogados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram nesta segunda-feira (31) a defesa em relação a uma representação do PSDB que pede multa de R$ 250 mil por propaganda eleitoral antecipada. Além de Lula, o PT e a pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, são acusados de infringir a legislação eleitoral durante o programa petista veiculado no último dia 13.
A defesa de Lula argumentou que o presidente é seu filiado de maior destaque e que ele não infringiu a lei ao divulgar seus feitos no governo. Disse ainda que em nenhum momento as eleições deste ano foram citadas e que não houve pedido de votos.
Os advogados petistas disseram que a presença de Dilma serviu para “incentivar a participação feminina em ações políticas”. Segundo a Lei dos Partidos Políticos, a propaganda partidária gratuita também é destinada a promover e difundir a participação das mulheres na política, dedicando a elas um tempo mínimo de 10% no programa.
Para o PSDB, o programa fez "verdadeira apologia à pessoa de Dilma Rousseff, dedicando a integralidade dos seus dez minutos para exaltar o seu currículo, seus feitos administrativos e, além disso, disparar rasgados elogios ao governo comandado pelo presidente Lula”.
Além da multa, o PSDB pede a cassação da exibição de propaganda petista no segundo semestre de 2011. Uma decisão do TSE já cassou o horário do PT no primeiro semestre.
O procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, também pediu ao TSE a punição de Lula, Dilma e do PT pela exibição do programa do dia 13 de maio.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/01/lula-se-defende-de-acao-que-pede-multa-de-r-250-mil-por-propaganda-antecipada.jhtm
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